a moça velha


não é preciso ser um quarto, para ser mal-assombrado.
não é preciso ser uma casa;
a mente tem corredores que superam
qualquer lugar concreto. 








Eu sou um livro aberto sem histórias
Um sonho incerto sem memórias
Do meu passado que ficou
Eu sou um porto amigo sem navios
Um mar, abrigo a muitos rios
Eu sou apenas o que sou

Eu sou uma moça velha
Que já viveu muito
Que já sofreu tudo
E já morreu cedo

Eu sou uma velha moça
Que não viveu cedo
Que não sofreu muito
Mas não morreu tudo

Eu sou alguém livre
Não sou escrava e nunca fui senhora
Eu simplesmente sou uma mulher
Que ainda crê no amor

Eu sou uma moça velha
Que já viveu muito
Que já sofreu tudo
E já morreu cedo

Eu sou uma velha, uma velha moça
Que não viveu cedo
Que não sofreu muito
Mas não morreu tudo

Eu sou alguém livre
Não sou escrava e nunca fui senhora
Eu simplesmente sou uma mulher
Que ainda crê no amor
(Roberto Carlos, perdoa aí a troca de letras, é que tu acabou dizendo como to me sentindo hoje, beijo e obrigada)

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