O que dói no final de um relacionamento ou quando ele
passa por uma prova difícil é não vermos nossos sonhos
realizados, nem sermos atendidos em nossos desejos, ou ainda,
o orgulho ferido e a decepção.
O apego e o sentimento de posse também fazem sofrer e crer
que não há possibilidade de vida fora daquele relacionamento
ou daquela forma de se relacionar.
Todavia, quando o que prevalece em nossos sentimentos é o amor,
não há espaço para medos, dúvidas, inveja, raivas, desejos de
vingança, ódios, posse ou desespero.
O que normalmente ocorre é que o amor convive com nossas
inseguranças, com nossos medos e dúvidas, com a raiva, com
os apegos, com o desejo de vingança, com o ciúme, com o
orgulho e com o egoísmo e com todas essas nossas facetas tão
humanas que ainda não foram suficientemente educadas e
trabalhadas, e que por isso, numa crise podem tornar-se
predominantes escondendo ou turvando o amor por causa
das urgências e das necessidades que nos impõem.
Quem ama de forma aberta, madura, quando vê partir seu
companheiro ou se vê envolto numa crise relacional, sente
tristeza, o que é normal; às vezes, até um inconformismo
momentâneo, talvez uma pitada de raiva, mas o amor, ou a
capacidade de amar, por ser maior que todos esses sentimentos,
é predominante e tem o poder de reequilibrar este coração, que se
sente forte e vitorioso, ainda que arranhado. E, mantendo-se
sereno, não cultiva desejos de revide, nem desesperos, nem
dúvidas, medos ou ódios. quem ama sente-se capaz de amar sempre
e de novo, e mais uma vez, se preciso for.
O desafio, então, é aprender a amar de verdade. aprender a construir
em si um amor que não seja esquecido no primeiro erro do ser amado,
que não se esconda quando o ego não se sentir atendido em seus
desejos ou caprichos. Amor que consiga enxergar suas próprias
necessidades permanecendo em contato com as necessidades do seu
parceiro criando um equilíbrio no querer.
Amor capaz de sacrifícios sem lamúrias.
Amor capaz de perdoar e seguir em frente acompanhando o
soerguimento daquele que errou.
Amor capaz de encher a vida de felicidade.
realizados, nem sermos atendidos em nossos desejos, ou ainda,
o orgulho ferido e a decepção.
O apego e o sentimento de posse também fazem sofrer e crer
que não há possibilidade de vida fora daquele relacionamento
ou daquela forma de se relacionar.
Todavia, quando o que prevalece em nossos sentimentos é o amor,
não há espaço para medos, dúvidas, inveja, raivas, desejos de
vingança, ódios, posse ou desespero.
O que normalmente ocorre é que o amor convive com nossas
inseguranças, com nossos medos e dúvidas, com a raiva, com
os apegos, com o desejo de vingança, com o ciúme, com o
orgulho e com o egoísmo e com todas essas nossas facetas tão
humanas que ainda não foram suficientemente educadas e
trabalhadas, e que por isso, numa crise podem tornar-se
predominantes escondendo ou turvando o amor por causa
das urgências e das necessidades que nos impõem.
Quem ama de forma aberta, madura, quando vê partir seu
companheiro ou se vê envolto numa crise relacional, sente
tristeza, o que é normal; às vezes, até um inconformismo
momentâneo, talvez uma pitada de raiva, mas o amor, ou a
capacidade de amar, por ser maior que todos esses sentimentos,
é predominante e tem o poder de reequilibrar este coração, que se
sente forte e vitorioso, ainda que arranhado. E, mantendo-se
sereno, não cultiva desejos de revide, nem desesperos, nem
dúvidas, medos ou ódios. quem ama sente-se capaz de amar sempre
e de novo, e mais uma vez, se preciso for.
O desafio, então, é aprender a amar de verdade. aprender a construir
em si um amor que não seja esquecido no primeiro erro do ser amado,
que não se esconda quando o ego não se sentir atendido em seus
desejos ou caprichos. Amor que consiga enxergar suas próprias
necessidades permanecendo em contato com as necessidades do seu
parceiro criando um equilíbrio no querer.
Amor capaz de sacrifícios sem lamúrias.
Amor capaz de perdoar e seguir em frente acompanhando o
soerguimento daquele que errou.
Amor capaz de encher a vida de felicidade.


