Hoje minha sensibilidade é como uma pele atenta
- escuta o vento, o silêncio, as ausências.
Quando o amor-próprio é tecido com vulnerabilidade, o sentir se torna um diálogo íntimo: não é enfraquecer, mas abrir caminho para que cada ferida tenha voz, para que cada medo possa descansar sob o olhar compassivo que reside dentro de você.
Estar "à flor da pele" é estar vivo para a dor, para o desejo, para a saudade - é permitir que o eu mais genuíno respire entre as camadas do tempo e do silêncio.
No silêncio, Mary

