Ser livre, às vezes, não começa com grandes gestos

 

Começa com um incomodo silencioso.

Com a percepção de que estamos vivendo histórias
que não foram escritas por nós.
Narrativas herdadas, expectativas emprestadas,
papéis que vestimos para caber —
mas que nunca nos representaram de verdade.

Não há culpa nisso.
Em algum momento, tentamos sobreviver
antes de viver.

Mas chega um ponto
em que a alma pede autoria.

Ser livre é romper com o que não é seu.
É ter coragem de dizer:
“Essa história não me pertence mais.”

E então, escrever outra —
vivendo aquilo que você é.

Mary





Postagens mais visitadas