Ser livre, às vezes, não começa com grandes gestos
Começa com um incomodo silencioso. Com a percepção de que estamos vivendo histórias que não foram escritas por nós. Narrativas herdadas, expectativas emprestadas, papéis que vestimos para caber — mas que nunca nos representaram de verdade. Não há culpa nisso. Em algum momento, tentamos sobreviver antes de viver. Mas chega um ponto em que a alma pede autoria. Ser livre é romper com o que não é seu. É ter coragem de dizer: “Essa história não me pertence mais.” E então, escrever outra — vivendo aquilo que você é. Mary



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